União
De um modo geral somos pouco tolerantes com a diferença.
Não falo só das
diferenças óbvias sejam físicas raciais, idiomáticas, etc.. falo de diferenças
de cultura, de opinião, educação ou simples postura na vida.
Tendemos a julgar
e catalogar os outros.
Sei bem do que
falo, porque vivi o isolamento que a marginalização provoca a quem é diferente
da multidão.
A pouco e pouco
isolas-te e vais ficando cada vez mais só, menos confiante, menos comunicativa,
começas até a duvidar das tuas capacidades.
Isolamo-nos
conscientes de que não fazemos parte dos padrões comuns que alguém ditou e que
normalmente os mais populares controlam.
Quando te
apercebes que o ambiente que te cerca te está a ostracizar, sai.
Diz-se que “onde
não poderes amar, não te demores”, então não teimes em ficar onde não és feliz.
Ninguém tem o
poder de te limitar, de te diminuir, nem o direito de te excluir ou fazer
sentir que não fazes parte.
Sai, liberta-te,
busca a tua identidade. Permite-te voltãr à tua essência, às promessas que o
Senhor tem para a tua vida.
Ès jóia preciosa,
criação única do Senhor. Então acredita que há um lugar onde pertences, onde és
parte, onde te valorizam, respeitam e integram.
Busca dentro de
ti a direcção do Espirito Santo e vais perceber que todos temos que nos aceitar
nas nossas diferenças.
Deus não faz
acepção de pessoas, simplesmente amou o mundo de tal maneira que deu o seu
único filho para nos resgatar.
Então, ninguém
tem o direito de te excluir, quando o plano de Deus do qual fazes parte, está
acima de todas as diferenças.
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