Fé profética (parte 2)

 Chega a adolescência e é o momento de colocar o cesto no rio. Educamos com grande esforço e em 5 minutos podem destruir anos de ensinamentos. São os predadores do rio dos nossos dias. Tal como Miriam, ficamos vigilantes, pedimos a líderes e professores que façam essa vigilância também, porque as coisas do mundo conseguem penetrar a mais fina brecha que encontrem.

É nos momentos em que vimos sinais de perigo, abandono, maus tratos etc.. que nós mães, líderes, professores, temos que assumir o papel da princesa do Egito e retirar o jovem ou adolescente do rio onde os pais o colocaram, com fé de que ia dar certo.

A nossa fé tem que ser directamente proporcional ao tamanho da nossa responsabilidade. Tem que ser uma fé profética. O “Cesto” que vamos construindo ao longo dos anos até à adolescência e depois dela, tem que ser forte e bem revestido, essa é a nossa parte. Depois usamos a Fé, embora não saibamos como, temos a convicção de que vai dar certo.

Sabemos que quando a nossa presença ou a nossa mão não pode alcançar é o momento de usar a fé e o agir de Deus estará lá por nós.

A fé de caminhar além daquilo que a visão humana pode vislumbrar é fé profética. Nós mães, muitas vezes sem nos apercebermos, usamos desta mesma fé que nos inspirou Joquebede.

 2 Coríntios 5, 7

Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos.






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